quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Aumenta a oferta de emprego na indústria

O emprego na indústria brasileira cresceu 0,3% em novembro na comparação com outubro do ano passado, na série livre de influências sazonais. Foi o terceiro mês consecutivo de melhora no emprego. A taxa de crescimento de 0,3% foi a maior registrada desde novembro de 2014, informa a pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta terça-feira, 16 de janeiro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).


As horas trabalhadas na produção também aumentaram 0,6% em novembro frente a outubro na série de dados dessazonalizados, revertendo a queda registrada no mês anterior. Além disso, a utilização da capacidade instalada subiu para 78,3% , o maior nível desde fevereiro de 2016, também com ajuste sazonal. Com isso, a ociosidade na indústria recuou para 21,7%.

No entanto, os demais indicadores de novembro são negativos. O faturamento caiu 0,6%, a massa real de salários recuou 0,8% e o rendimento médio do trabalhador diminuiu 0,5% na comparação com outubro, na série livre de influências sazonais. "Embora alguns dados mensais sejam negativos, os resultados positivos estão ficando mais frequentes", observa o economista da CNI Marcelo Azevedo. Isso indica que a atividade industrial está se recuperando lentamente.

Azevedo destaca que no acumulado de janeiro a novembro de 2017 em relação ao mesmo período de 2016, todos os indicadores, com exceção do rendimento médio real dos trabalhadores, apresentam quedas. Nesta base de comparação, o faturamento diminuiu 0,7%, as horas trabalhadas na produção caíram 2,3%, o emprego recuou 2,9% e a massa real de salários encolheu 2%. O rendimento médio do trabalhador aumentou 1%, favorecido pela queda da inflação.





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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Vert Hotéis anuncia novo empreendimento em Minas Gerais

Desde o final de dezembro, a rede Vert Hotéis conta com um novo hotel em Minas Gerais. É o eSuites Lagoa dos Ingleses, em Nova Lima, a menos de 30 quilômetros da capital Belo Horizonte.

A rede mineira inaugura o seu quinto esuites em Minas Gerais.

O empreendimento está situado no Condomínio Alphaville, um dos principais bairros com perfil residencial e comercial da região metropolitana, que conta com um privilegiado entorno da natureza, inclusive pela Lagoa dos Ingleses, assim como uma completa estrutura de serviços, oferecendo conforto e segurança.

Além disso, o hotel está inserido ao lado da FDC - Fundação Dom Cabral, a melhor escola de negócios da América Latina, segundo a Financial Times, atendendo diretamente o público de executivos, empresários e gestores públicos que frequentam a fundação.

A cidade de Nova Lima, que já foi considerado o melhor lugar de Minas Gerais para se viver, é hoje um importante polo turístico, gastronômico, cervejeiro, esportivo e cultural da região.

O destino apresenta atrações de ecoturismo e aventura, oferecendo atividades como trekking, mountain bike e wakeboard, e também é considerado porta de entrada para as tradicionais cidades históricas e para o Inhotim, o maior centro de arte ao ar livre da América Latina.

O eSuites Lagoa dos Ingleses tem uma estrutura de 123 apartamentos, área de lazer, piscina, sauna, academia, quadra de tênis, restaurante com vista para a lagoa e 4 salas de eventos.


A ferrovia brasileira contemporânea

Por José Emilio Buzelin, pesquisador e escritor ferroviário 

Em 2018 completamos pouco mais da metade do tempo original de concessão operacional ferroviária pelo governo para a iniciativa privada, o que, em linhas gerais, reconhece-se por privatização das ferrovias brasileiras. O ano de 1996 foi a partida desse processo, contudo, se tomarmos como base o ano de 1988, há exatos 30 anos, ainda reconhecíamos a presença forte e determinante de pelo menos três sistemas ferroviários famosos: a RFFSA (Rede Ferroviária Federal S.A.), a Fepasa (Ferrovia Paulista S.A.) e as ferrovias dos complexos da então Companhia Vale do Rio Doce, com a sua Vitória a Minas e a praticamente concluída Estrada de Ferro Carajás. 


Na virada da década de 80, não se falava integralmente em privatização do sistema, embora algumas discussões começassem a surgir no âmbito interno das empresas e nos corredores governamentais, razão pela qual nos anos 90 o tema foi alavancado em definitivo. Ainda que estivessem fortemente afetadas pela própria natureza administrativa e contábil, eram estas empresas estatais ferroviárias os nomes de peso e de presença em nossa economia.

Paralelamente a esse processo, no final da década de 80, o ferreomodelismo ganhou força, e a Frateschi Trens Elétricos lançou as primeiras grandes novidades associadas ao evolutivo modelismo ferroviário, como o modelo Alco FA1, a conhecida "Biriba", em 1988/1989, com sofisticados detalhes em injeção e acabamento; os vagões gôndolas GFS para a CSN e RFFSA; e a melhoria do perfil fabril dos trilhos e desvios. Foi tempo memorável, em que ainda era possível reconhecer nas principais empresas os trens de passageiros que realizavam com sucesso suas viagens, como o Vera Cruz, Santa Cruz, trens da Fepasa e os trens que ligavam Vitória a Minas.

Mas aí veio a década de 90 com uma forte crise política e econômica, precipitando acontecimentos que se anteciparam a um processo que talvez fosse mais delongado. Ali, as ferrovias brasileiras fizeram um esforço para mostrar sua competência gerencial e operacional, enquanto a sociedade parecia não mais ser capaz de perceber detalhadamente tais valores.

Foi o tempo da abertura da Ferrovia do Aço; da inauguração dos corredores de exportação da RFFSA, em Minas, e da Fepasa, em São Paulo; do fortalecimento dos projetos de preservação ferroviária, com a formação dos museus ferroviários e a melhoria tecnológica das unidades de documentação ferroviária.

Mas os caminhos tomados, embora focados em melhorias e desenvolvimento, trouxeram outros patamares e horizontes tão diferentes do que se esperava quanto daquilo que se dizia não ser possível atingir. Uma outra realidade se formou, e sobre ela nos debruçamos.

Há 30 anos o cenário era outro. Para muitos, tanto melhor. Para outros, perdas incontáveis. Mas para todos, um fato histórico é inegável, essas mudanças deram as mãos a dois tempos: ao nosso passado, que lutamos para não perder enquanto referência, e ao futuro, que lutamos para não perder enquanto porvir. Mas a verdade é que os capítulos seguintes seriam ainda mais emocionantes, como sabemos e presenciamos.





Prospecção de clientes é tema de palestra em Santo André

Na quinta-feira (25 de janeiro) às 19h30, a ACISA – Associação Comercial e Industrial de Santo André promoverá a palestra Como prospectar clientes em 2018, realizada em parceria com o Núcleo de Jovens Empreendedores.



O evento será conduzido por Daniel Godoy, que apresentará modernas técnicas de como gerar mais leads, prospectar novos clientes e aquecer antigos contatos para gerar negócios B2B.

Daniel Godoy é especialista em inovação e desenvolvimento de negócios há 10 anos, já atuou com consultoria e desenvolvimento de projetos estratégicos e está há alguns anos no ecossistema de startups.


As inscrições são gratuitas e já estão disponíveis no portal www.acisa.com.br. A sede da ACISA fica na avenida XV de Novembro, 442 – Centro – Santo André – com estacionamento no local.


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Grand Plaza Shopping recebe novas lojas

As novidades mais recentes no Gran Plaza Shopping, localizado em Santo André, são a reinauguração do McDonald´s e as chegadas das marcas Grand Vision By Fototica, Casa Bauducco, Usaflex, Avatim e Mei Mei.

Uma das maiores cadeias de hambúrgueres e restaurantes fast food do mundo, o McDonald’s reinaugura sua loja com um serviço de autoatendimento que permite aos clientes fazer pedidos personalizados por meio de totens.

Marca do grupo GrandVision, líder mundial no varejo ótico, com mais de seis mil lojas distribuídas em 44 países da Europa, Ásia e América Latina, a Grand Vision by Fototica é referência em garantia de produto, de menor preço, de adaptação, de estética e de satisfação, proporcionando ao cliente a possibilidade de experimentar quantos óculos quiser, de todos os tipos e modelos, sem precisar da ajuda de consultores.

Especializada em cosméticos, produtos de higiene pessoal e aromatizantes, a Avatim desenvolve produtos que buscam traduzir o bem-estar proporcionado pela sintonia com o meio ambiente. Para criar diferentes aromas, desenhando o cenário ideal para harmonizar corpo, mente e ambiente, a marca se inspira na biodiversidade brasileira.

O consumidor da região do ABC tem novas opções no Gran Plaza 
Pioneira em fast food de comida chinesa, a Mei Mei é mais uma novidade que opera baseada em atributos como qualidade, rapidez, padronização, serviço e compromisso com a satisfação dos clientes.

Ligada à a Pandurata Alimentos, considerada uma das maiores indústrias de produtos forneados do país e maior produtora de panetones do mundo, a casa Bauducco oferece seus tradicionais panettones e chocottones, vendidos o ano todo, além de focaccias, grissinis, biscottis, bolos e guloseimas únicas, como pães-de-mel e brownies.

Cuidar dos pés femininos é a especialidade da Usaflex Care, marca fundada em 1998 e uma das pioneiras na fabricação de calçados de conforto e moda, para mulheres de todas as idades.


segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

A responsabilidade ambiental na vida de um executivo

*Por Reinaldo Pinho

Nunca se propagaram tantas palavras inerentes ao meio ambiente, como se faz atualmente. Coleta seletiva, reciclagem, reuso, selo verde, sustentabilidade, dentre tantos outros conceitos são relevantes para a preservação ambiental.

Reinaldo Pinho é engenheiro químico | Foto: divulgação 
O mundo todo tem consciência da necessidade de se melhorar as condições ambientais para continuidade e avanço do desenvolvimento das nações. Um significante compromisso foi firmado no Japão há duas décadas – o Protocolo de Kyoto – tendo como objetivo a redução da emissão dos gases para a atmosfera, que agravam substancialmente o chamado efeito estufa, tão crítico para o aumento do aquecimento global.

Casos trágicos como o de Mariana, em Minas Gerais, ou do Golfo do México expõem quão vulneráveis somos a essas situações.

O Brasil, independentemente do cenário político econômico em que vivenciamos, é centro do interesse de empresas com disponibilidade para investimentos, até em setores como o de Oil&Gas e Petroquímico, que mesmo com todos os escândalos envolvendo a Petrobras, ainda são listados como uns dos principais negócios para aportar recursos.   

Mas, mesmo com essa constatação e apesar do avanço tecnológico latente no nosso dia a dia e da transformação digital que estamos vivenciando, os produtos que dispõem de soluções tecnológicas específicas para a mitigação de riscos ambientais ainda são renegados dentro das organizações.

Para exemplificar, quando há um vazamento de óleo em portos, terminais portuários, aeroportos, rodovias, ou indústrias, existe uma incidência elevadíssima de uso de produtos alternativos incorretos para fazer a absorção desse óleo que vazou. Aplica-se, invariavelmente, serragem de madeira ou até mesmo areia como absorventes, materiais que não exercem essa função. Isso é, no mínimo, insensato, pois existem produtos próprios para essa finalidade, com tecnologias variadas de capacidade de absorção de óleo. A evolução desse mercado foi tanta, que atualmente há produtos de última geração, que além de absorverem o óleo, fazem a sua decomposição, evitando eventuais gastos com a destinação do resíduo gerado.

É “conditio sine qua non” que os executivos de alto escalão das empresas, sejam elas públicas ou privadas, estejam atentos à prevenção dos acidentes ambientais e, principalmente, às consequências danosas atreladas à ocorrência deles. Deveriam pois, participar ativamente da decisão de uso de produtos adequados para a devida proteção ambiental.

De que adianta ter a certificação mais complexa e atual, ou mesmo seguir, ao menos na teoria, todos os procedimentos padrões estabelecidos pelas políticas contempladas pelos sistemas de gestão ambiental, se a falsa economia gerada na aquisição de produtos inadequados, oriundos de fornecedores oportunistas, que não agregam valor algum, visando apenas “vender preço”, tem consequência infindável, se por ventura um problema acontecer? Aliado ao aqui exposto, há um ceticismo exacerbado direcionado aos produtos tecnologicamente mais qualificados, por total falta de conhecimento. Invariavelmente, questiona-se sempre na compra desses materiais o “quanto custa” e não “quais os benefícios que obterei”.

Se fosse levada em consideração a contabilização dos passivos ambientais gerados pelas empresas, isso poderia criar uma revolução nos DRE’s apresentados e nos balanços publicados. Os departamentos jurídicos passariam a ter especialistas em Direito Ambiental em seus quadros de colaboradores, pois certamente a incidência dos casos de ações trabalhistas seriam infinitamente inferiores às ambientais.

Portanto, com todo conflito ético e moral incitado pela corrupção descabida que está instaurada no País e que afeta diuturnamente o “modus operandi” de nossa nação, que felizmente caminha a passos largos para tomar as atitudes cabíveis para extirpar o quanto antes, definitivamente do nosso dia a dia, esse quadro que temos enfrentado nesses últimos anos, podemos, concomitantemente, criar parâmetros e mecanismos para também cobrar de todos executivos, que tem a incumbência para poder contingenciar danos ambientais fortuitos, uma maior responsabilidade ambiental.

*Sócio da Dex Advisors, responsável pelas áreas de Infraestrutura e M&A. Engenheiro Químico formado pela FEI e pós-graduado em marketing pela ESPM. Fez carreira profissional em diversas organizações como, por exemplo, Ecosorb, Camargo Correa, General Eletric Dow Corning e Henkel.       


Especialista enumera três passos para uma vida financeira saudável

Da redação

Estar endividado é algo que faz muita gente perder o sono. Para equilibrar o orçamento, o contador Luiz Antonio Leal, do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRCRJ), enumera três passos importantes: planejamento, execução e controle. Ele explica o passo a passo para iniciar o método, a partir de janeiro, e passar o ano sem dor de cabeça. 

Planejamento dos gastos é o primeiro passo para o controle financeiro | Foto: reprodução 
“Tudo gira em torno do orçamento, mas não é assim tão fácil para uma pessoa que não tem o hábito de fazer um planejamento orçamentário, começar a fazer de uma hora pra outra. Tem todo o processo da pessoa ir se acostumando, mês a mês. É realmente uma mudança de cultura”, explica o conselheiro do CRCRJ.

Obter o equilíbrio financeiro remete a alguns hábitos. É muito comum as pessoas conduzirem suas finanças só de cabeça. Esse processo é chamado de contabilidade mental. O desenvolvedor dessa teoria, o norte-americano Richard H. Thaler, de 72 anos, recebeu  o Prêmio Nobel de Economia 2017, por ter desenvolvido a tese que explica como as pessoas tomam decisões econômicas, às vezes, rejeitando a racionalidade.

“Nossa natureza é gastar, é ser emocional, mas isso só passa a ser efetivamente um problema quando a cultura do ‘eu mereço’ fala mais alto e o tempo todo. É preciso combater esse comportamento, colocando os gastos no papel ou em uma planilha”, pontua Leal.

De acordo com o contador, o primeiro passo para o controle financeiro é o planejamento dos gastos, mas para uma pessoa que não tem o hábito de controlar os valores que entram e saem de sua conta, seria preciso inverter a ordem do passo a passo. A primeira etapa então passa a ser a da execução, que é anotar tudo. 

Assim, o contador sugere que é preciso se acostumar com as anotações de gastos e recebimentos, para só então montar um demonstrativo que chamamos de mês típico. Por exemplo, o indivíduo foi almoçar e gastou R$ 30, então, anota em um papel ou em uma planilha o valor e como foi pago, se foi dinheiro, cartão de credito, débito ou vale refeição.

A partir daí, se entra no segundo passo, que é o planejamento. Para projetar a semana ou o mês seguinte, é preciso projetar quantas vezes irá almoçar em restaurantes, quantas vezes irá gastar R$ 30 ou mais nas refeições. Dessa forma a pessoa pode verificar se está gastando mais do que o dinheiro que recebe e, assim,  vai se acostumando com a realidade financeira, para começar a traçar um planejamento financeiro baseado nela. Primeiro se planeja os gastos da semana, depois do mês e do ano.

Outra forma típica de planejar o mês seria consultando as contas do mesmo período do ano anterior. No primeiro trimestre do ano, por exemplo, há gastos diferenciados – como IPTU, IPVA, material escolar, férias – que não ocorrem em outros meses, como em maio. Com base nessa informação, já se sabe que é preciso ter uma reserva extra para cobrir os gastos desse período, além de não incorrer em novas dívidas. 

O terceiro passo é o controle, que é conferir se os valores projetados para determinado período realmente aconteceram como planejado. Por exemplo, ao final do mês, o indivíduo constatou que o gasto previsto para o IPTU foi de R$ 700, mas o valor pago foi de R$ 750. Houve um gasto excedente de R$ 50, mas em compensação gastou-se R$ 80 reais a menos com gasolina. A economia com combustível ajudou a pagar o excesso do IPTU e dessa forma o orçamento não entrou no vermelho.

“As coisas vão sendo conduzidas com o tempo. É normal que alguém que não esteja habituado a fazer orçamento esqueça de anotar algumas coisas no começo. Mas é importante não desistir se algo fugir ao controle. Se for constatado que se está gastando mais do que ganhando, a primeira providência é entender o porquê desse gasto excedente e estabilizar isso, cortando despesas supérfluas. Depois é preciso entrar no processo dos três passos novamente. Ao longo do tempo as coisas vão entrando nos trilhos e melhorando”, conclui Leal.