quinta-feira, 27 de julho de 2017

Inscrições abertas para o Desafio The Digital Cement Open Innovation

Da redação

A Votorantim Cimentos recebe inscrições até 24 de agosto para o Desafio The Digital Cement Open Innovation. O programa reunirá projetos na área da construção, com foco na indústria 4.0. Com isso, a empresa busca criar um ecossistema de inovação que tenha o engajamento de startups, universidades, centros de pesquisa, fundos de investimentos e empregados. 

O programa é realizado em parceria com o movimento 100 Open Startups, plataforma internacional que conecta startups a grandes empresas e fundos de investimento, na qual a Votorantim Cimentos é uma das patrocinadoras. 

Composto por sete desafios, o programa terá profissionais com conhecimentos técnicos e em gestão específicos, que vão apoiar e oferecer mentoria em todo o processo, ou seja, será possível interagir, validar o produto/serviço ou mesmo cocriar e codesenvolver a solução mais aderente às necessidades do mercado.

Segundo o relatório do Boston Consulting Group (BCG), a Indústria 4.0 já conta com nove principais tecnologias (robôs automatizados, manufatura aditiva, simulação, integração horizontal, internet das coisas industrial, big data e analytics, nuvem, segurança cibernética e realidade aumentada).

Para participar do Desafio, as startups devem apresentar soluções em algumas das seguintes categorias:

•Eficiência energética - sistemas de gestão de energia elétrica;
•Realidade virtual + realidade aumentada para treinamentos de segurança, operação e manutenção;
•Automatização da mão de obra para aumentar a produtividade das unidades industriais;
•Visibilidade da entrega para o cliente;
•Gestão de almoxarifado centralizado / inventário digital;
•Gestão digital de territórios no desenvolvimento mineral e ambiental;
•Gestão de palete - alternativa de paletização.

No site do desafio, é possível encontrar mais informações sobre cada categoria. Segundo o gerente global de Arquitetura & Soluções em TI da Votorantim Cimentos, Humberto Shida, a empresa busca criar um ecossistema que gere ciclos de inovação alinhados à estratégia de negócio da empresa. "Vemos na indústria 4.0 um grande diferencial para continuarmos a nossa história da inovação de forma muito mais rápida, com um escopo mais amplo, que garanta a perenidade da nossa empresa e, acima de tudo, deixe um legado para a sociedade do qual todos nos orgulharemos", completa.

Já o o fundador e CEO do movimento 100 Open Startups, Bruno Rondani, destaca a relevância da Votorantim no projeto. "É muito importante ter uma empresa do porte da Votorantim Cimentos movimentando o ecossistema de inovação aberta. Certamente teremos soluções extraordinárias sendo apresentadas pelas três startups que mais se destacarem ao término da avaliação".

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Inadimplência do consumidor cai em São Bernardo do Campo

Da Redação

Em São Bernardo do Campo, a inadimplência do consumidor  caiu 5,7% nos valores acumulados no ano até junho, de acordo com os dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Já no valor  interanual, a inadimplência diminuiu 9,8%, enquanto nos dados mensais de junho contra o mês anterior o índice cedeu 1,3%.

Registro de Inadimplentes

Acum. no ano
jun-17 / jun-16
jun-17 / mai-17
São Bernardo do Campo
-5,7%
-9,8%
-1,3%
RA Metropolitana Abc
-5,2%
-9,3%
-1,0%
Estado de São Paulo
0,0%
-4,2%
-0,4%
Brasil
-0,4%
-3,1%
-0,4%
Fonte: Boa Vista SCPC

Recuperação de crédito

O indicador de recuperação de crédito, por sua vez,  caiu 6,1% nos valores acumulados no ano até junho. Já no valor  interanual, a recuperação obteve queda de 1,1% enquanto nos dados mensais de junho contra o mês anterior o índice obteve queda de 2,8%.
Recuperação de Crédito

Acum. no ano
jun-17 / jun-16
jun-17 / mai-17
São Bernardo do Campo
-6,1%
-1,1%
-2,8%
RA Metropolitana Abc
-4,7%
0,5%
-2,5%
Estado de São Paulo
3,3%
-10,7%
-2,4%
Brasil
-0,6%
-1,4%
-0,8%
Fonte: Boa Vista SCPC

Parceria com a Totvs impulsiona crescimento da ESD

Por Vitor Lima

Se tivéssemos que encontrar duas características marcantes na trajetória da ESD Antiestáticos, talvez a perseverança e a constante busca por crescimento fossem as mais adequadas. A empresa, voltada à segurança da eletrônica e criada em 2007, foi fruto dos esforços do casal Jefeferson Valle Barcello e Andreia Toti Barcello. 

No início, como esperado, as coisas não foram fáceis. O negócio começou em uma sala de 60 metros quadrados (m²) alugada, no Centro de Santo André, sob os cuidados de Andreia e mais uma funcionária. O marido continuou exercendo suas funções no antigo emprego, na empresa de sua família. A atuação da ESD, neste primeiro momento, era restrita a comercialização de produtos que eram adquiridos de empresas concorrentes. E isso preocupava o casal. Deu-se aí, o primeiro grande desafio da empresa, que era começar a industrializar para se tornar independente dos concorrentes. 

Em 2009, a empresa mudou de endereço e passou a atuar em um galpão de 170 m², mudança que permitiu que a empresa expandisse os negócios. Em 2010, outro marco na história da ESD: a primeira importação. “Nem foi contêiner, foi carga solta”, lembra Andreia. Era mais um sinal que a empresa estava crescendo. 

Os negócios iam bem, os percalços no caminho foram superados e, em 2014, uma nova mudança de sede. A empresa transferiu-se para um novo endereço, desta vez com 420 m², em Utinga. Atualmente, o negócio conta com 16 colaboradores, realiza importações, geralmente da China e dos Estados Unidos (alguns produtos chegam prontos e outros para ser industrializados) e aumentou a linha de clientes. A ESD tem clientes da indústria eletrônica, química, alimentícia, têxtil e automobilística. 

Além da venda de produtos, a empresa também presta serviços de consultoria. Após visitar indústrias, a equipe da ESD emite um laudo, no qual indica quais ações devem ser feitas para melhorar a segurança da área eletrônica.

Andreia (esquerda) contou com o auxílio de Mônica para a implantação do sistema | Foto: Hugo Silva

Mas, o carro-chefe do negócio é a venda de garras antiestáticas, que antes eram importadas, mas que agora são produzidas por eles. “Elas chegavam aqui muito caras. E no novo galpão, a gente começou a desenvolver o produto aqui dentro. O preço ficou muito mais em conta e a gente começou a abranger um mercado um pouco maior. Nós praticamente triplicamos nosso faturamento, porque o custo foi minimizado”, explica a proprietária. 

A atuação da empresa, em plena expansão, começou a apresentar algumas deficiências. O crescimento existia, mas desordenadamente. Os proprietários constataram que o negócio estava prestes a mudar de patamar e algumas práticas deveriam ser modernizadas. “Um pouco antes de chegar a crise, a gente começou a se perder por conta do crescimento. 'Tem relatório? Não', 'Sabe qual é o custo? Não'. A gente percebeu que o sistema que nós tínhamos na época era muito obsoleto”, conta. 

Neste momento, a direção da ESD apostou na contratação de um desenvolvedor de sistemas que, após dois anos de trabalho, entregou uma plataforma que não atendeu as expectativas da companhia. “Quando o sistema subiu, subiu uma carcaça. Nada funcionava, nada dava certo. Foi quando o Jeferson pediu para ligar na Totvs. Nós não enxergávamos a Totvs como sistema adequado para a nossa empresa, porque imaginávamos que ela era voltada só para empresas grandes”, revela Andreia. Contudo, a negociação avançou e em julho de 2015 as duas partes firmaram o contrato.

O primeiro ano de parceria foi focado na chamada “parametrização”. Conforme explica a executiva de vendas da Totvs, Mônica Bazani, esse é o processo em que a empresa é estudada pela Totvs e o sistema é alimentado com as informações. No caso da ESD, este processo durou um ano e, em julho de 2016, a plataforma Proteus foi implantada para otimizar o cotidiano e integrar todas as áreas da empresa. 

A implantação foi acompanhada por muitos desafios e contratempos. Os colaboradores da empresa necessitaram de um período de adaptação à nova plataforma. “O sistema trouxe para o ESD algo importante, que é a questão da equipe. O sistema é interligado. Se você deixar de fazer a sua parte, o outro vai sentir. Então houve uma união. O Proteus, no fundo, trouxe para nós esse trabalho em equipe”, revela Andreia. 

Hoje, com todos adaptados e o sistema em pleno funcionamento, os frutos começam a aparecer. De acordo com os relatos de Andreia, ocorreram melhoras significativas na integração entre as áreas da empresa e na gestão do negócio. O sistema também apontou à ESD, por meio de relatórios, o rumo que a companhia deve seguir para aumentar o faturamento. “Ele (o sistema) sinalizou para nós quais produtos a gente deve trazer menos e quais produtos a gente deve trazer mais. Ficou mais estratégico, sem dor”, comemora a proprietária, que após a implantação do sistema não precisa mais comparecer a sede da empresa todos os dias para exercer suas funções. 

Para Mônica, o engajamento de Andreia foi fundamental para os bons resultados do Protheus. “É uma parceria entre empresa fornecedora e empresa que comprou (o sistema). Se não tiver uma parceria, as coisas não vão acontecer, o projeto não consegue andar”, afirma. 

E Andreia não quer parar por aqui e já trabalha como uma nova meta: eliminar o uso de papel internamente. “Nós precisamos nos habituar a trabalhar sistematicamente. Todas as solicitações internas já são feitas via sistema. A organização que estamos conseguindo aqui dentro é graças ao Proteus”, explica.



Cabify expande operação e chega ao ABC

Da Redação

Mais uma empresa voltada ao transporte de passageiros passa a atuar no ABC. Trata-se da Cabify, plataforma espanhola de mobilidade urbana, que passou a atender oficialmente usuários nas cidades de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul no início deste mês. 

A chegada da plataforma deve tornar mais acirrada a disputa por passageiros na região. A empresa é concorrente direta de outras ferramentas digitais, como 99 Táxis, Uber, além dos taxistas convencionais. 

Recentemente, a Cabify confirmou investimento de 200 milhões de dólares no País para aumentar e aprimorar sua operação. O ABC era visto como uma região importante dentro deste plano de expansão da marca. O general Manager da empresa em São Paulo, Santos e Campinas, Cláudio Azevêdo, comenta o assunto: "A Cabify era muito aguardada na região do ABC por conta de seus diferenciais. Além da qualidade do serviço, vamos oferecer um fator de bastante impacto aos habitantes das três cidades". 

No estado de São Paulo, além das cidades já citadas, a plataforma também está presente em São Vicente. Completam a atuação da Cabify no Brasil outras cinco capitais: Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), Curitiba (Paraná), Belo Horizonte (Minas Gerais), Brasília (Distrito Federal) e Porto Alegre (Rio Grande do Sul). A plataforma busca destacar-se pelo processo de cadastramento dos motoristas parceiros, que inclui exames psicotécnicos e toxicológicos, e a exigência de carros novos, com até cinco anos de uso.

A empresa conta com mais de 200 funcionários no Brasil. O próximo foco de expansão da plataforma é a região Nordeste. No mundo, a Cabify opera em 12 países, que totalizam mais de 40 cidades.



terça-feira, 25 de julho de 2017

Setor de franquias gera mais de 100 mil vagas

Da redação

Historicamente, o setor de franquias sempre cresceu acima do PIB nacional e, em 2016, no auge da crise econômica, não foi diferente. Durante o ano passado o segmento gerou mais de 128 mil novas vagas de empregos diretos, isso por conta do baixo investimento que o setor necessita para gerar uma vaga de trabalho formal.

"Enquanto na indústria são necessários quase R$ 140 mil para gerar apenas um posto de trabalho, no varejo esse número cai para menos de R$ 20 mil por cada vaga", explica o diretor da Franchise Solutions, empresa de consultoria especializada em franquias, Pedro Almeida. 

Segundo o executivo, isso representa uma redução de 86% de investimento por vaga de trabalho gerada, ou seja, uma franquia com investimento médio de R$ 150 mil, gera, em média, de 5 a 7 postos de trabalho diretos, e outros indiretos, já que serão necessários investimentos em reforma e construção da unidade franqueada, além de serviços de contabilidade, fornecedores e prestadores de serviços.

"O segmento de franquias é cada vez mais importante para o mercado de trabalho. Além disso, é uma oportunidade de transformar a perda do emprego em uma oportunidade de ser dono do próprio negócio", comenta Almeida. "Houve uma migração de profissionais que repentinamente foram demitidos e viram nisso uma oportunidade de transformar a perda do emprego em um processo de mudança. Usaram a rescisão contratual para adquirir uma franquia e, consequentemente, geraram novos postos de trabalho", diz.


segunda-feira, 24 de julho de 2017

Redemidia.TV é citada por grande plataforma de publicidade

A maior plataforma de mídia programática em dooh (digital out of home) do Brasil, - adMooH - publicou artigo referente a inclusão das telas da Redemidia, empresa da maior rede de tv indoor do ABC paulista, hoje com 89 telas em atividade nas cidades de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul.



Segue o texto publicado no portal da adMooH.

A Redemidia, maior rede indoor do ABC paulista, integrou todas as telas de sua rede à rede adMooH, em busca de ampliar sua gama de anunciantes. A integração com a adMooH não incorre em qualquer custo para a rede, e pelo contrário, trás inúmeras vantagens, em especial a ampliação da receita.

‘’Enxergo na adMooH uma oportunidade promissora. Queríamos incorporar mídia programática à nossa rede e a adMooH trás isso de uma forma muito simples de integrar. Não podíamos ficar de fora. É uma honra fazer parte deste conceito inovador! ‘’, declara Carlos Balladas, CEO da Redemidia.

Outros fatores decisivos são a segurança e a as opções de segmentação de audiência oferecidas para o anunciante que quer fazer seu anúncio na plataforma adMooH, incluindo segmentação por dias e horários . O serviço não ter custo, e ainda permitir à rede definir o valor de CPM específico por tela são outros fatores que ajudam na decisão.

“Não vemos razão de não entrar. A adMooH conseguiu trazer para redes e anunciantes uma solução para os problemas que ambos possuem no segmento de DOOH. Já terminamos a integração com a adMooH. As telas da Redemidia.TV estão todas lá com fotos reais dos locais e descrição completa da audiência, localização e valores dos anúncios. Com isso, a Redemidia.TV entra para o mapa global da mídia programática” – declara Balladas.

A notícia é importante para a adMooH. “Quanto mais presença em regiões diferentes tivermos, mais facilidade temos de fechar negócios com os nossos clientes, que são as marcas e agências que investem em OOH. Já temos campanhas que pediam o ABC e a Rede Mídia vai entrar já na próxima” – explica Danilo Caldeira, da adMooH. Com o preenchimento completo das informações, a Redemidia.TV tem maior chance de ter suas telas com selos de verificação pela adMooH, que garantem maior credibilidade ao anunciante.

Com a Redemidia, a rede adMooH.com figura hoje entre as 4 maiores redes de DOOH do Brasil em número de telas, impactando em torno de 58 milhões de pessoas por mês.
Sobre a Redemidia

A Redemidia nasceu em função da necessidade de telas de Digital Signage na região do ABC, e com quase 2 anos no mercado é a maior empresa do setor na região, presente em 50 pontos com mais de 100 telas com grande predominância em padarias, expandindo agora para edifícios comerciais e é também a primeira a fazer parte da marketplace global de digital signage adMooH.

Considerando todos os displays em padarias, há um fluxo de aproximadamente 1 milhão de pessoas por mês e enxergando a vantagem na grande audiência em edifícios, a Redemidia vêm ampliando a sua rede de telas nestes locais, nos quais já possui cerca de 20 estações.

Além da rede de telas destinadas à publicidade, a Redemidia.TV fornece os serviços de TV Corporativa para empresas e vitrine digital para varejistas, tendo uma ampla gama de atividades e oferecendo soluções completas em comunicação para seus clientes.

Sobre a adMooH
A adMooH é uma plataforma de anúncios em DOOH, que conecta telas de sinalização digital a anunciantes, e anunciantes a consumidores. É possível anunciar em telas de todo o Brasil com apenas alguns cliques. O anunciante pode escolher tipos de telas, público-alvo, região, dias e horários que quer anunciar, subir sua mídia e pronto. Já começa a impulsionar as vendas.

Hoje a adMooH possui mais de 2.000 telas cadastradas na plataforma, já figurando como um dos maiores players de DOOH do Brasil. Sua plataforma tecnológica de mídia programática permite a compra de espaço publicitário online, por pequenos e grandes anunciantes.

Para os donos de redes, a adMooH.com assegura a remuneração do todos os anúncios, pois as transações são pré-pagas pelos anunciantes. Isso resulta em um aumento de renda com as telas, de forma automática. Os donos de redes OOH também determinam quais tipos de anúncios e anunciantes que podem anunciar em suas telas e qual o valor do CPM de cada tela. Total controle do negócio, sem riscos e sem custos.



sábado, 22 de julho de 2017

Associação Comercial de São Bernardo contra o aumento do combustível


A ACISBEC (Associação Comercial e Industrial de São Bernardo do Campo) repudia as medidas anunciadas pelo governo com o aumento de impostos que incidem sobre o preço final da gasolina. Para a entidade, o maior prejudicado será o consumidor final que vai arcar com o repasse dos custos.
O presidente da ACISBEC, Valter Moura, disse que a adoção dos reajustes vem no momento contrário da atual situação econômica. “A inflação começava a dar sinais civilizados quando o governo toma essas decisões. Além do mais, o governo não está prometendo o que cumpriu antes de tomar posse, que era cortar gastos e não aumentar impostos. O único prejudicado são os cidadãos”, afirma.

Na avaliação de Moura, o aumento deve desaquecer o consumo em geral. “O mercado esperava reagir, mas diante do aumento, a tendência é cair as vendas”, acrescenta.

O governo anunciou, na quinta-feira (20), a alta do PIS e COFINS, que incidem sobre o preço da gasolina. A alíquota ficou mais alta para a gasolina, o etanol e o diesel. No caso da gasolina, a tributação mais que dobrou, passando de R$ 0,38 para R$ 0,79 por litro. Se a alta for repassada na íntegra para o consumidor, o litro da gasolina deverá ficar R$ 0,41 mais caro.