quarta-feira, 21 de junho de 2017

Redemidia.TV firma parcerias estratégicas

A Redemidia.TV, a maior empresa de tv indoor do ABC, com cerca de 90 telas ativas, é também a primeira a fazer parte da marketplace global de digital signage AdMooh.

A AdMooh é pioneira em mídia programática em sistemas de mídia digital out of home (painéis externos e tv indoor) e, apenas no Brasil, possui até o momento cerca de 1600 telas em sua plataforma.
O anunciante, por meio do site www.admooh.com,  tem a possibilidade de escolher as telas, seja por região, qualificação de audiência, tipo de ambiente, bem como outros critérios.

“As telas da Redemidia.TV estão todas lá com fotos dos locais e descrição completa da audiência, localização e valores dos anúncios. Com isso, a Redemidia.TV entre para o mapa global da mídia programática, declara Carlos Balladas, CEO da empresa.

Outra novidade da Redemidia.TV apresentada por Balladas é em relação ao software utilizado para a transmissão do conteúdo às telas: “Nos associamos à empresa que criou o software Monitoor, um programa que tem feito muito sucesso entre as empresas de digital signage brasileiras. Com esta associação, temos a tranquilidade de poder atuar com um parceiro estratégico, o que proporciona importante up grade nos serviços oferecidos”.

Além da rede de telas destinadas à publicidade, a Redemidia.TV fornece os serviços de TV Corporativa para empresas e vitrine digital para varejistas.


Venda de imóvel usado cresce 17,95% em São Paulo

Da Redação

As vendas de imóveis usados cresceram 17,95% em abril no Estado de São Paulo, o melhor desempenho desse mercado registrado este ano pela pesquisa mensal do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECISP). O crescimento em relação a março foi favorecido pela queda de 3,49% nos preços médios apurada pelo Índice Crecisp, indicador que mede o comportamento mensal dos aluguéis novos e dos preços de imóveis usados em 37 cidades do estado.

De janeiro a abril, as vendas acumulam saldo positivo de 12,16% enquanto que os preços registram redução de 6,66%. Em abril, os imóveis mais vendidos no estado de São Paulo custaram aos compradores até R$ 300 mil em média, segmento que representou 56,96% do total de casas e apartamentos vendidos. O preço médio do metro quadrado de mais de 60% das unidades vendidas foi de até R$ 4 mil. A pesquisa do CRECISP foi feita com 1.103 imobiliárias.

Foto: Reprodução

"Esta faixa de preço dos R$ 300 mil tem sido majoritária nas vendas, e agora, infelizmente, está prejudicada por uma decisão da Caixa Econômica Federal, que suspendeu os financiamentos que mais se adequavam a essa parcela do mercado", lamenta José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP. Ele se refere à decisão anunciada no dia 19 último pela direção da CAIXA, que suspendeu os financiamentos da linha de crédito imobiliário Pró-Cotista por falta de recursos.

Os financiamentos dessa linha, segundo o banco, se destinavam no Estado de São Paulo a imóveis de até R$ 950 mil, sem limite de renda familiar, e beneficiavam famílias de trabalhadores com pelo menos três anos de vínculo com o FGTS. Outra condição para obter o empréstimo era estar trabalhando ou ter saldo na conta do FGTS de pelo menos 10% do valor do imóvel.

O presidente do CRECISP lembra que 54,13% das vendas em abril foram feitas com financiamento bancário, sendo 35,57% liberados pela Caixa Econômica Federal. "Todos sabemos que as contas públicas estão deficitárias, mas o governo precisa agir para que a atividade econômica não seja ainda mais estrangulada e, como todos sabem também, a indústria imobiliária é a que mais movimenta amplos setores da produção com geração de empregos, renda e impostos", afirma Viana Neto.

"A venda de um imóvel usado gera um efeito multiplicador em toda a cadeia, pois esses recursos se distribuem entre o mercado de novos, o de reformas, materiais e muitos outros", argumenta Viana Neto, ao reclamar créditos adicionais para este segmento. O presidente do CRECISP ressalta, ainda, que a "prioridade número 1" do governo federal deveria ser a queda imediata da taxa de juros aproveitando o momento de redução e estabilidade da inflação.

"A queda dos juros vai baratear os empréstimos, reduzir o peso da dívida pública e assim permitir que mais recursos fluam para os financiamentos via bancos privados, que precisam aumentar sua participação no mercado de crédito imobiliário, até agora dependente da Caixa", justifica Viana Neto.

Usados mais vendidos

A pesquisa CRECISP mostrou que em abril foram vendidos no Estado de São Paulo mais apartamentos (63,92% do total) do que casas (36,08%) nas 37 cidades pesquisadas. O crescimento de 17,95% nas vendas sobre março foi puxado pelo desempenho da Capital (+ 143,55%), do Interior (+ 25,08%) e das cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco (+ 39,69%). No Litoral houve queda de 30,16%.

Os donos dos imóveis concederam descontos médios sobre os preços originalmente pedidos para venda de 7,13% em bairros de áreas nobres, de 10,02% em bairros de áreas centrais e de 9,82% em regiões mais afastadas.


terça-feira, 20 de junho de 2017

Braskem comemora 45 anos de operações em Santo André

Da Redação

Uma das principais unidades industriais do Polo Petroquímico do ABC completa, este mês, 45 anos de atividades. A Unidade de Insumos Básicos (UNIB 3), controlada pela Braskem, maior petroquímica das Américas, foi pioneira no desenvolvimento da indústria química brasileira ao fazer parte da fundação do primeiro complexo petroquímico no País, em Santo André, em 1972. 

A presença da empresa na região do ABC tem sido fundamental para a sua estratégia de negócios, garantindo resultados positivos e contínuo crescimento, além de contribuir com o desenvolvimento econômico local. "O Polo do ABC foi pioneiro no segmento no Brasil. Tivemos que aprender muito. O aprendizado adquirido norteou o desenvolvimento dos demais polos do país. Hoje a atuação da Braskem tem uma visão integrada de todos os negócios e regiões. O Polo também foi determinante para o desenvolvimento socioeconômico do ABC”, comenta Maurício Moreira, integrante da Braskem e um dos funcionários com mais tempo de empresa - contratado em março de 1975.

A unidade é responsável por transformar matérias-primas com origem no petróleo, como a nafta, em produtos químicos básicos - eteno, propeno, butadieno, resinas hidrocarbônicas, entre outros - que depois se tornarão materiais utilizados por diversos segmentos na construção civil, na indústria automotiva, em roupas e calçados, em produtos de higiene e cosméticos, entre outros. Cerca de 85% da produção da unidade é destinada para empresas da região Sudeste, com os principais clientes no mercado de borracha, lubrificantes, tintas e adesivos. 

No primeiro trimestre de 2017, a taxa de ocupação da UNIB 3 ficou acima de 95% - de acordo com a média geral das plantas industriais da Braskem em todo o Brasil. No mesmo período, suas operações ajudaram a Braskem a atingir uma produção total de 2,2 milhões de toneladas de petroquímicos básicos no país.

Para Flávio Chantre, gerente de Relações Institucionais da Braskem, a unidade continua como um diferencial para a empresa e para o setor petroquímico. "É um privilégio e um orgulho operar a mais antiga e uma das principais plantas industriais do Brasil. A indústria petroquímica nacional foi capaz de crescer, fazer a diferença para milhões de brasileiros e construir um legado devido a todos estes anos de atividades e eficiência da planta industrial. Vamos continuar trabalhando para manter esta tradição e fortalecer a parceria e o relacionamento com fornecedores, clientes e comunidade local", afirma ele.



Mais de meio milhão de empresas são criadas no Brasil

No primeiro trimestre do ano foram criadas no Brasil 581.242 novas empresas, o maior número para o período desde 2010, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. Trata-se de uma quantidade 12,6% superior ao registrado no mesmo período de 2016, quando ocorreram 516.201 nascimentos.

Em março, o número de empresas criadas também foi recorde em relação a todos os meses de março desde o começo da série histórica em 2010: 210.724, quantidade 19,5% superior ao mês anterior (fevereiro/2017), quando surgiram 176.319 novos negócios e 14,2% maior que o registrado em março/2016 (184.560).

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o recorde apresentado no surgimento de novas empresas no país continua sendo determinado pelo chamado “empreendedorismo de necessidade”. Desta forma, com as taxas de desemprego muito elevadas, indivíduos desempregados acabam abrindo negócios como forma de geração de renda, sobretudo no setor de serviços.

Nascimentos de Empresas por natureza jurídica O número de novos Microempreendedores Individuais (MEIs) nascidos em março/2017 foi de 162.694 contra 148.673 em março/2016, alta de 9,4%. As Sociedades Limitadas registraram a criação de 17.516 unidades, representando elevação de 20,9% em relação ao mês correspondente do ano anterior, quando 14.492 empresas desta natureza surgiram. A criação de Empresas Individuais cresceu 38,0%, com um total de 17.730 novos negócios em 2016; no mesmo mês do ano anterior, o número havia sido de 12.851. O nascimento de novas empresas de outras naturezas teve alta de 49,6%, com 12.784 nascimentos em março de 2017, contra 8.544 em março/2016.

Março de 2017 registrou a primeira interrupção no crescimento constante dos MEIs entre as empresas criadas desde o início da série histórica do indicador. Em março de 2016, a participação dos MEIs entre as empresas criadas foi de 80,6% e, em março de 2017 a participação caiu para 77,2%.





segunda-feira, 19 de junho de 2017

Especialista aponta cinco dicas para melhorar profissionalmente

Da redação

O consultor Alexsandro Nascimento, especialista em gerenciamento de carreiras separou cinco dicas para quem deseja se destacar na área em que atua, ou pretende impactar positivamente os resultados nas empresas. 

1. Humildade
Quando demonstrada, facilita a comunicação, o que melhora seus relacionamentos, pois aproxima as pessoas e, consequentemente, possibilita que suas competências sejam conhecidas realmente como são, ou seja, sua humildade é a sua principal arma para apresentar todas as suas qualidades. Lembre-se normalmente se uma pessoa puder escolher dificilmente ela se relacionará com alguém que demonstra arrogância. 

2. Empatia
A capacidade de se colocar no lugar dos outros. Uma das grandes dificuldades de diversos profissionais é conseguir discordar de outros colegas sem que isto cause mais problemas do que solução. A dica é: se colocar no lugar do outro e tentar entender o porquê ele pensa daquela forma, após isto, apresentar o seu ponto de vista relatando que levou em conta o dele. Isto melhora e muito a conversa e o relacionamento.

3. Pergunte
Não tenha medo de perguntar, perguntas inteligentes podem fazer a diferença a seu favor e passar uma série de "impressões a seu respeito", tais como: entende do assunto, se preparou para esta reunião e/ou situação, pensou em algo que ninguém aqui tinha apresentado antes, etc. Contudo, todo cuidado é pouco com perguntas, pois, podem causar um efeito contrário caso feitas sem preparo ou planejamento, tais como: isto já foi explicado antes e/ou você deveria saber sobre isto. Uma boa estratégia é sempre estar preparado, principalmente em reuniões consideradas "perdas de tempo".

4. Gentileza
Seja gentil, a princípio, não deveria ser uma dica para aumentar suas chances de crescimento na carreira, pois todos deveriam ser e demonstrar gentileza.  A gentileza melhora nossos relacionamentos no trabalho, principalmente em momentos de tensão, nos quais muitos costumam ser mais ríspidos nas relações e, muitas vezes, isto pode demonstrar problemas de gestão emocional. Em momentos de tensão na empresa, o que você quer demonstrar aos outros? Sua capacidade de convivência em momentos "de problemas", pode fazer a diferença positiva.

5. Capacidade de Mudança
Demonstre capacidade de mudança e adaptação, aprenda novas coisas, mude a maneira de pensar, se adapte as novas realidades e modos de trabalho, novas pessoas, novas situações. Tenha a sensibilidade de ser e apresentar-se flexível.  É importante as empresas perceberem esta característica em seus funcionários, pois o mercado muda rapidamente. Como diz o filósofo  Mario Sergio Cortella: "Na vida é preciso ter raízes e não âncoras, a raiz nos alimenta e a ancora por sua vez nos imobiliza".


Sobre Alexsandro Nascimento

Nascimento é mestre em Administração de Empresas pela FGV-EAESP e especializado em Administração da Tecnologia da Informação. É master coach pelo Instituto de Neurolinguística Empresarial (INEMP – BH), master coach de Carreira pelo Instituto de Coaching de Carreira (IMS – SP), coach pela Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC – SP),  além de idealizador do portal Carreiras e Alta.


Empresários se ajudam e geram negócios

Por Vitor Lima

Em 1985, o americano Ivan Misner, PhD em comportamento organizacional, criou uma metodologia cujo objetivo era potencializar negócios, por meio da prática de networking. Tratava-se do Business Networking International (BNI). A metodologia ganhou visibilidade internacional, se espalhou pelo mundo e, geralmente, tem boa receptividade dos empresários. 

Dentro do BNI são formados grupos com empresários não concorrentes. O objetivo é que cada empreendedor indique o outro membro quando identificar uma oportunidade. A chave do método é o Givers Gain, ou seja, ganhar contribuindo. No Brasil são 64 equipes adeptas à metodologia. 

Grupo se reúne todas as terças-feiras em São Bernardo do Campo | Foto: Renan Torres

No ABC, o BNI chegou em 2012 com a criação do grupo Dinâmico. Atualmente com 59 membros, os empresários atingiram uma marca significativa no ano passado: foram R$ 7,5 milhões em negócios gerados pelo relacionamento entre os membros do grupo durante o ano. 

O objetivo não é que os empresários façam negócios entre si (embora, eventualmente, isso ocorra), mas sim para que eles atuem para conseguir oportunidades para as empresas dos parceiros de grupo, ou seja, para que levem para fora do grupo a marca dos colegas. 

De acordo com o presidente do grupo, Vinicius Lucio, para atingir sucesso nesta tarefa é preciso ter muito comprometimento. “É necessário entender o serviço que os outros membros prestam para abrir oportunidades. Os membros se comprometem a visitar a empresa dos outros membros, para entender o negócio”, explica. 

Lucio, presidente do Dinâmico, garante que metodologia gera resultados | Foto: Renan Torres

O grupo reúne-se todas as terças-feiras na Associação Comercial e Industrial de São Bernardo do Campo (ACISBEC) para comentar o mercado, trocar referências e expor os resultados. “Para que o networking aconteça, existem treinamentos” lembra o presidente, para salientar que dentro da equipe existem mentores que atuam voluntariamente para auxiliar os empresários nos mais diversos assuntos. O líder também ressalta que não existe nenhum tipo de pagamento de comissão por negócio fechado (nem para o empresário que gerou a oportunidade, tampouco para o BNI). 

Lucio, que atua no ramo de Comunicação, garante que a metodologia traz bons resultados: “Fazer BNI dá trabalho, mas quando leva a filosofia a sério, traz retornos. Pelo menos 50% do meu faturamento é gerado pelo BNI”, assegura. 

Apenas em maio, o grupo movimentou R$ 1,2 milhão em negócios e a meta da equipe é chegar ao fim do ano com R$ 10 milhões faturados pelo time.  Na visão de Lucio, os resultados positivos do BNI Dinâmico incentivaram a criação de outros conjuntos voltados ao networking entre empreendedores. “Foi precursor de diversos outros grupos de networking no ABC, deu o pontapé inicial no estímulo ao networking na região”, avalia. 

A equipe se prepara para celebrar o bom momento do grupo na próxima quarta-feira (21), às 19h, em evento que será realizado no Buffet Napoleão (Rua Rio Branco, 58, Centro, São Bernardo do Campo). Na ocasião, Walter Kalternbach (co-autor do livro “A lei do triunfo para o século XXI” e diretor da fundação Napoleon Hill Brasil) ministrará a palestra “O segredo das mentes triunfadoras”. Além de comemorar os resultados obtidos, o evento servirá para homenagear os empresários responsáveis pela criação do grupo e, é claro, para realizar mais networking. 



Vendas de imóveis novos em abril é maior que em 2016

Em abril, a cidade de São Paulo registrou a venda de 1.212 unidades residenciais novas. A informação é da Pesquisa do Mercado Imobiliário, realizada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP. O volume é 1,7% inferior ao total vendido em março (1.233 unidades) e 2,5% superior ao resultado de abril de 2016 (1.182 unidades). No acumulado do ano (janeiro a abril), a comercialização totaliza 3.865 unidades, o que representa redução de 4,3% comparado ao mesmo período de 2016, quando foram vendidas 4.038 unidades.





De acordo com a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), foram lançadas em abril 959 unidades residenciais, volume 38,3% inferior ao registrado em março (1.555 unidades) e 38,0% acima do resultado de abril de 2016 (695 unidades). De janeiro a abril de 2017, os lançamentos totalizaram 2.745 unidades residenciais, aumento de 6,0% em relação ao mesmo período de 2016 (2.589 unidades).

As medidas adotadas pelo governo nos últimos meses, apesar de impactar positivamente na economia, ainda se mostram tímidas para produzir grandes e imediatos resultados. “No entanto, os efeitos da acertada política econômica já podem ser observados no cenário macroeconômico e acreditamos que, gradativamente, estarão refletidos no nosso setor”, diz o presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.

Na cidade de São Paulo, verificou-se que as vendas de abril apresentaram ligeira queda de 1,7% em relação ao mês anterior. “Em compensação, houve aumento de 2,5% em relação ao volume comercializado em abril de 2016, demonstrando que o mercado busca se equilibrar. Certamente, essas oscilações serão registradas ao longo do ano”, avalia Celso Petrucci, economista-chefe da entidade.

Em termos de lançamentos, a participação dos imóveis de 3 dormitórios correspondeu a 38,5% entre janeiro e abril. O acumulado no mesmo período do ano passado para essa tipologia ficou abaixo de 10%. Por outro lado, os imóveis de 1 dormitório caíram em participação, de 22% em 2016 para 7% neste ano. Apesar dessas mudanças no perfil, os imóveis de 2 dormitórios continuam soberanos, com quase 45% do total lançado.

De acordo com o vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi-SP, Emilio Kallas, o mercado imobiliário tem apresentado os piores resultados da série histórica, e é imprescindível que se retomem os níveis anteriores. “São prementes os ajustes na lei de zoneamento, para possibilitar a viabilização de novos empreendimentos e estimular a movimentação da economia e a geração de empregos”, afirma.

Empresários do setor estão otimistas com a evolução de queda dos juros e acreditam que, quando atingirem a casa de um dígito, haverá reflexos importantes no setor imobiliário. Investidores do mercado financeiro, por exemplo, encontrarão boas oportunidades no mercado de imóveis residenciais e comerciais, que estão com preços estabilizados ou em queda há pelo menos três anos.

“Adicionalmente, a redução na taxa Selic impacta e reduz os juros do crédito imobiliário, o que facilita a compra de imóveis, uma vez que as prestações ficarão mais baixas, bem como serão menores as exigências de comprovação de renda pelos bancos”, diz Flávio Prando, vice-presidente de Intermediação Imobiliária e Marketing do Secovi-SP.

“Outra boa notícia, que poderá tornar todo esse movimento consistente, é a continuidade do crescimento do saldo da poupança que, no mês de maio, pela primeira vez, teve volume de entrada maior que o de saída”, conclui Flavio Amary.

VGV 
Em abril, o VGV (Valor Global de Vendas) de R$ 709,3 milhões ficou 4,0% abaixo do volume registrado em março (R$ 738,5 milhões comercializados) e 26,0% acima do apurado em abril de 2016 (R$ 563,1 milhões) – valores atualizados pelo INCC-DI (Índice Nacional de Custo da Construção) de abril de 2017.

VSO
O indicador VSO (Vendas sobre Oferta), que apura a porcentagem de vendas em relação ao total de unidades ofertadas, foi de 5,1% no mês de abril, apresentando estabilidade em relação a março e alta de 13,3% comparado a abril de 2016 (4,5%).

Oferta de imóveis novos – A capital paulista encerrou o mês de abril de 2017 com a oferta de 22.528 unidades disponíveis para venda. Esta oferta é composta por imóveis na planta, em construção e prontos (estoque), lançados nos últimos 36 meses (maio de 2014 a abril de 2017). Houve redução de 2,7% em relação a março (23.142 unidades) e queda de 9,7% em comparação a abril de 2016 (24.961 unidades).

Dormitórios 
Os imóveis de 2 dormitórios lideraram lançamentos e vendas, com 447 e 536 unidades, respectivamente. O desempenho de 5,9% de comercialização de imóveis de 3 dormitórios foi o melhor e resultou das vendas de 329 unidades divididas pela oferta de 5.588 unidades. A menor quantidade de oferta final foi dos imóveis de 4 dormitórios, com 1.360 unidades disponíveis para venda.

Área útil 
Imóveis com menos de 45 m² de área útil apresentaram o maior volume de vendas (493 unidades) e de lançamentos (542 unidades). O melhor VSO (7,9%), resultado da venda de 221 unidades em relação à oferta de 2.797 unidades, foi dos imóveis com área útil entre 86 m² e 130 m². Na oferta de imóveis para venda, a maior participação (8.261 unidades) ficou com a faixa de 45 m² a 65 m², que corresponde a 36,7% do total.

Faixa de preço 
Os imóveis com preços de até R$ 240.000 lideraram os lançamentos e as vendas, respectivamente, com 480 e 437 unidades, obtendo, desta forma, o melhor VSO (17,2%). Na faixa de preço de R$ 240.001 a R$ 500.000, foi registrada a maior quantidade de oferta disponível para venda (9.995 unidades), equivalente a 44,4% do total da cidade de São Paulo.

Zonas da cidade
A análise por zonas da cidade mostra que, em abril, a região do Centro liderou em quase todos os indicadores, com a maior quantidade de lançamentos (646 unidades) e vendas (406 unidades), além do melhor VSO (9,1%). O maior volume de imóveis ofertados estava localizado na zona Sul, com 6.310 unidades, o que equivale a 28% do total.


quarta-feira, 14 de junho de 2017

Inovação no ABC é tema de seminário

Com o objetivo de aprofundar a discussão sobre as oportunidades para a promoção da inovação tecnológica nas sete cidades, o Consórcio Intermunicipal Grande ABC promove na próxima quinta-feira (22), a partir das 8h, o seminário “O Ecossistema de Inovação do Grande ABC”, na sede da entidade regional. Durante o encontro, serão debatidos os potenciais, as vocações e as tendências de desenvolvimento da região.



As políticas públicas voltadas para a área serão apresentadas por Jorge Mário Campagnolo, diretor do Departamento de Políticas e Programas de Apoio à Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

A programação do seminário inclui a apresentação do gerente de investimentos da Investe São Paulo, Renato Barros, sobre o trabalho desenvolvido pela agência de investimentos do Governo do Estado. O diretor do Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação Certi, Leandro Carioni, vai abordar as possibilidades de fomento de ações para o desenvolvimento econômico por meio da inovação.

No encerramento do encontro, os especialistas participam de um painel para debater a visão geral do ecossistema de inovação do Grande ABC, com moderação do secretário executivo do Consórcio, Fabio Palacio.


Vendas no Dia dos Namorados foi melhor que ano anterior

Dados da Boa Vista SCPC mostram que em 2017 as vendas reais do comércio para o Dia dos Namorados aumentaram 2,6% quando comparadas a 2016, registrando a primeira elevação depois de dois anos consecutivos em queda. Em 2016, as vendas diminuíram 5,8% em relação ao mesmo período de 2015, enquanto em 2015 o resultado foi negativo em 0,5%.



Já o resultado do faturamento das vendas para o período, estimado em parceria com a FecomercioSP, foi de R$ 44 bilhões, já ponderando a elevação de 2,6% do período prévio à data comemorativa. Com isso, a diferença em relação ao mesmo período de 2016 foi de R$ 1,9 bilhão e, portanto, o faturamento total aumentou 4,5%.

Em decorrência da amenização da inflação, queda dos juros, uso de recursos do FGTS, entre outros fatores, a disposição das famílias em consumir começa a apresentar alento, colaborando para que o movimento observado para o Dia dos Namorados seja o terceiro dentre as datas comemorativas a apresentar alta, mostrando novo indicativo de recuperação do comércio neste ano.











terça-feira, 13 de junho de 2017

Paulistanos trocam home office por coworking

Da Redação

No começo dessa década, os coworkings começaram a se expandir por São Paulo e hoje já estão em todos os bairros da cidade. Percebendo novas necessidades dos profissionais e empresas paulistanos, o foco agora é na especialização para atrair a diferentes públicos, como é o caso da BRAIN. O “clube” - ou “polo de economia criativa” - reúne escritórios compartilhados a preços acessíveis a atividades de bem-estar e descompressão, proposta que tem se tornado atraente em comparação ao home office.
 
Escritórios compartilhados conquistam adeptos | Foto: Divulgação
A BRAIN estima que a procura pelos seus espaços aumentou 300% do ano passado para cá, com a abertura de quatro novas unidades. “Oferecemos um ambiente que inspira criatividade e mistura uma rotina que é ao mesmo tempo agitada e descontraída, algo que os profissionais não encontram em casa ou em coworkings tradicionais”, declara o fundador Dirceu Neto. 

Além de autônomos, muitas empresas têm procurado a BRAIN para economizar ou simplesmente realizar quality shift, desfrutando das aulas de ioga e spinning, mini spa, cursos de idiomas, além de bikes elétricas. “Nesse modelo, as empresas concentram todas as despesas, como energia, internet e telefone, em uma única conta e transformam custo fixo em variável, por exemplo alugando salas de reunião ou espaços para workshops em sistema pay-per-use”, acrescenta Dirceu.



Carol, a plataforma de dados e inteligência artificial da Totvs

A TOTVS lança hoje a Carol, sua plataforma de dados de qualidade e inteligência artificial. A tecnologia marca o início de uma nova era de inovação na empresa e irá aprimorar a propriedade dos dados nas organizações e ampliar a capacidade de análise e a velocidade de tomada de decisões diante de um volume crescente de informações. Além disso, atuará como uma assistente virtual, respondendo perguntas e oferecendo insights de negócios.

Como cada vez mais as decisões se baseiam em dados, surge o desafio de extrair valor desta quantidade massiva de informações e com qualidade. No mundo atual, as empresas não podem mais tomar decisões baseadas em intuições ou nos resultados do último mês. É preciso acompanhar os números da manhã, para adaptar a estratégia para o período da tarde, tendo a certeza de que é o passo certo a seguir. Diante desta necessidade, nasceu a Carol. O principal objetivo é ajudar empresas de todos os segmentos e portes a alcançarem velocidade, precisão, confiabilidade e individualização nos seus negócios. Tudo isso visando a proporcionar experiências incríveis para os clientes.

Uma das aplicações desenvolvidas com a plataforma de IA foi com a Bematech, empresa do Grupo TOTVS de dispositivos inteligentes e IoT. Partindo do Bemacash, solução única para ponto de venda voltada aos micro e pequenos varejos, a Carol passou a receber dados das vendas realizadas pelos clientes através de componentes de IoT com extrema velocidade, performance, segurança e privacidade. Com milhões de recibos sendo processados por dia, a primeira ação tomada pela plataforma é o saneamento e a qualificação desses dados. Por exemplo, somente o produto Coca-Cola foi registrado de 986 formas diferentes pelos estabelecimentos analisados. Utilizando técnicas de Deep Learning, Algoritmos Genéticos e Redes Neurais, a tecnologia consegue entender que todos são refrigerantes produzidos pela mesma empresa com diferentes sabores e tamanhos.

O próximo passo então é utilizar o engine de Machine Learning para levar insights de negócios a esses comércios. Desta forma, os empresários podem entender como eles estão se saindo no seu segmento em comparação aos concorrentes da região, qual a previsão de vendas baseada em eventos externos, como clima e feriados, e até planejar uma expansão.

À medida que a plataforma recebe novos dados, mais ela aprende e conhece melhor aqueles setores. A capacidade infinita de aprendizado também é acelerada a partir das APIs abertas da ferramenta, permitindo que qualquer pessoa ou empresa ensine novas habilidades e crie modelos em cima da Carol. Assim, conforme alguém ensiná-la, os demais clientes também se beneficiarão dessa inteligência, abreviando a evolução e os benefícios do uso da inteligência artificial.

Este aprimoramento constante permitiu a criação de outra aplicação da IA ao Bemacash: o auxílio a processos extremamente complexos, especialmente para pequenos empresários, como a precificação de produtos e serviços. Definir por quanto vender determinada mercadoria depende de diversas análises, como o mercado-alvo, concorrência, custos, sazonalidade, entre outros fatores. Com a Carol, ao criar um novo produto no Bemacash, o cliente vai receber uma notificação dentro do próprio software com sugestão de preço, de forma instantânea.

Inteligência artificial na prática

Embarcar uma nova tecnologia em soluções e aplicações já utilizadas pelo mercado é extremamente importante para torná-la exponencial e acessível a todos os portes de empresa e segmentos de atuação – uma das grandes apostas da companhia com o lançamento. “Aos poucos todas as nossas soluções TOTVS incluirão ciência de dados e inteligência artificial. No entanto, continuamos precisando de pessoas para garantir que os modelos sejam frequentemente melhorados e que a máquina aprenda constantemente. Portanto, o futuro é a combinação entre soluções e plataformas simples e modernizadas em conjunto com inteligência artificial e pessoas. Só assim será possível obter os melhores resultados”, afirma Vicente Goetten, diretor executivo do TOTVS Labs.

Para isso, a companhia montou uma equipe de cientistas de dados e engenheiros de inteligência artificial com passagens em grandes empresas de outros setores, como aviação e educação. O time, composto por especialistas, alguns inclusive com PhD, foi responsável pelo desenvolvimento da plataforma coordenado pelo TOTVS Labs, laboratório de inovação da companhia no Vale do Silício, EUA.

Para Laércio Cosentino, CEO da TOTVS, o contexto da plataforma está nas soluções segmentadas, ajudando as empresas de diferentes portes e segmentos a lidarem mais facilmente com as principais dores do setor. “Não acreditamos em soluções genéricas. Por isso, temos cientistas de dados atuando juntamente a cada um dos segmentos da TOTVS com objetivo de desenvolver soluções verticalizadas powered by Carol e, assim, resolver os problemas de cada setor e aumentar a capacidade dos nossos clientes”, reforça Cosentino.

O setor de Educação chamou a atenção neste sentido por apresentar altos índices de evasão, chegando a superar 50% em alguns cursos do Ensino Superior. A estatística reflete não só em perdas financeiras para a instituição, mas em problemas sociais para o País ao afastar a população do acesso à educação, um processo-chave para uma sociedade melhor. Com objetivo de evitar este cenário, o Carol Retenção de Alunos foi criado juntamente com uma grande universidade privada de São Paulo.

Tudo teve início com a unificação dos dados da instituição através dos conectores da plataforma. Informações de professores, alunos, notas e histórico escolar foram levantados sem precisar de nenhuma integração. A partir disso, o time de cientistas de dados modelou os algoritmos de identificação de evasão escolar para que a ferramenta pudesse evoluí-los utilizando fontes externas, como redes sociais, outros sistemas – da TOTVS ou não –, na nuvem ou on premisse, para citar alguns exemplos. Agora, basta perguntar à Carol, por meio de um aplicativo com reconhecimento de voz ou texto, para saber quantos alunos correm o risco de abandonar a universidade ou um curso específico e qual seria o impacto financeiro dessa evasão. Além disto, a Carol também apresenta quais alunos têm risco de evadir e por qual motivo. O engine de Machine Learning recomenda também quais ações devem ser tomadas para que o aluno não cancele o seu curso.

Após dois anos de desenvolvimento, pesquisas e testes, a Carol continuará sendo enriquecida para ser disponibilizada em definitivo ao mercado, até o final do ano, com mais habilidades e para diversos segmentos. “Na jornada da transformação digital, a TOTVS tem ajudado seus clientes a migrarem para o mundo SaaS e Cloud, a adotarem soluções com IoT por meio da Bematech e a digitalizarem processos e melhorarem a colaboração com o fluig. Agora com a Carol, novas soluções poderão ser criadas para todos os nossos segmentos, as atuais ficarão mais inteligentes e ajudaremos as empresas a tomarem decisões de forma correta, com velocidade e eficiência, e atenderem melhor aos seus consumidores”, conclui Goetten.


Indicadores do sucesso do serviço de campo e satisfação do cliente

Por Stephan Romeder -Managing Director – Magic Software Europe

Nas empresas que atuam com serviços externos, a eficiência operacional é essencial para fortalecer o atributo mais importante de uma organização: a sua capacidade de satisfazer os clientes.

No estudo Annual Growth Survey (**) sobre estratégias para o crescimento, publicada no ano passado pela Comissão Europeia, 64% dos respondentes declarou que desenvolver e melhorar métricas ou KPIs ((indicadores de desempenho) era fundamental para buscar e atingir o status de melhores práticas, contra 52% no ano anterior.


No entanto, existem muitas métricas diferentes e é difícil saber quais delas são as mais importantes para esta finalidade, mas podemos listar quatro tipos de KPIs que podem ser usados ??para avaliar os aspectos da prestação de serviços que podem ter maior impacto na satisfação do cliente.

1. Níveis de Serviço - Os dados expressados em números absolutos, médias e percentagens devem ser confiáveis, repetitivos e relevantes e coletados sem esforços incomuns. Exemplos incluem tempo médio de resposta, tempos médios de reparo, nível de conformidade com os acordos de nível de serviço e tempo médio de reparo, que possam medir a latência de todo o processo desde a solicitação de serviço até a sua conclusão.

2. Opinião dos Clientes - As avaliações subjetivas da qualidade do serviço de campo podem ser expressas numericamente, tais como no Net Promoter Score: a disposição de seus clientes em recomendar sua empresa a amigos. Criado pela Bain & Company, é uma alternativa mais ágil às pesquisas anuais de satisfação dos clientes e é calculado tomando a percentagem de promotores (9s e 10s em uma escala de 10 pontos) menos a percentagem de detratores (0 - 6 em uma escala de 10 pontos). Apesar da fidelidade dos clientes não ser o único fator de crescimento, a Bain & Company determinou que, em média, as empresas com maior Net Promoter Score crescem mais do que duas vezes a taxa de seus concorrentes.

3. Índices de Eficiência - O desempenho pode ser expresso em índices percentuais, como, por exemplo, o percentual de tempo técnico que pode ser faturado. Esta medida mantém o controle de quanto tempo seus técnicos estão realmente trabalhando em serviços aos seus clientes, em vez de preencher quadros de horários, participar de reuniões ou lidar com outras atividades não relacionadas ao trabalho produtivo.
Outras métricas de serviço de campo importantes incluem Taxa de Solução na Primeira Tentativa (FTR - First-Time-Fix Rate), que mede quantas vezes os técnicos conseguem fechar um ticket na primeira chamada, o que muitas vezes depende de ter as peças corretas com base em informações relevantes disponíveis.

4. Complexidade do Serviço - Analisar a combinação de pessoas, produtos e sistemas simplifica os processos para melhorar o desempenho. Esta é uma das métricas mais simples de usar e também uma das mais importantes. Ela divide o tempo médio de resposta da empresa no número de etapas distintas entre a solicitação de serviço e faturamento final. Por exemplo, o cliente liga para solicitar o serviço, um operador inclui manualmente uma ordem de serviço no sistema e, em seguida, emite uma ordem de serviço. Então um técnico de campo é destacado, chega no local e conclui um formulário adicional etc. Dividir o serviço em uma série de etapas ajuda a identificar quantos sistemas e pessoas diferentes estão envolvidos para identificar tarefas redundantes e áreas que podem se beneficiar da automação.

Além de poderem ser usados para medir o desempenho da empresa na entrega dos serviços, os indicadores de desempenho também ajudar a identificar oportunidades para integrar e agilizar processos entre sistemas diversos, o que impulsiona a melhoria dos serviços ao cliente.

Por exemplo, uma melhor integração entre sistemas pode ajudar a reduzir o tempo médio para reparo a partir da implementação de disparadores automáticos e manipuladores de eventos entre ERP e plataformas de gestão de serviços de campo (FSM - Field Management System) para melhorar a eficiência de escalonamento, otimização de rotas e produtividade dos técnicos em campo.

Essas quatro categorias de KPIs podem também ajudam a identificar gargalos de integração e apontam para as melhorias de processos necessárias para a excelência operacional. Medir e melhorar continuamente a excelência operacional é importante para qualquer segmento da economia, e no de serviços de campo o benchmarking de todas as quatro dimensões de excelência operacional é ainda mais crítico, uma vez que a excelência no atendimento ao cliente é essencial para o crescimento e o sucesso contínuo de uma empresa.


segunda-feira, 12 de junho de 2017

Limpidus conquista mercado internacional

Da redação

A Limpidus, empresa de gestão de serviços e soluções técnicas para limpeza corporativa,  expandiu recentemente as operações para países da América Latina e os Estados Unidos, além de fechar contratos com franqueados para crescer no Brasil e impulsionar em 12% o faturamento anual. O modelo de negócio será apresentado na  ABF Expo Franchising 2017, maior feira de franquias da América Latina, que ocorre entre 21 e 24 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A Limpidus oferece soluções técnicas para limpeza corporativa | Foto: Divulgação
No sistema de gestão das franquias da Limpidus o supervisor-gerente é o franqueado. De acordo com o presidente Fernando Sodré, cada franqueado atua como um consultor junto aos clientes e esta proximidade é que permite identificar as reais necessidades de limpeza e gerar soluções sob medida às companhias contratantes, sem onerar o orçamento.

“Incentivamos a presença do dono à frente dos negócios para garantir melhor a comunicação dele com os clientes, gerando máxima atenção aos detalhes, flexibilidade e agilidade. No caso do  back-office é a franqueadora que faz deixando mais tempo para o franqueado se dedicar com outras questões. O resultado é um serviço de limpeza de alta produtividade, desempenho, sem causar danos, de forma rápida e realizada por profissionais bem treinados”, explica Sodré. 

Outra estratégia da marca está relacionada aos 12 planos de franquias home-based oferecidos, com investimento inicial a partir de R$ 50 mil que pode ser parcelado em até 18 vezes, e que garantem faturamento mínimo imediato, pois a franqueadora cuida da captação dos primeiros clientes para os franqueados, conforme perfil da região. Neste cenário, a taxa de lucro gira em torno de 15% e o prazo de retorno sobre o investimento é de 12 a 24 meses.

Com isso, a Limpidus cresce, em média, 20% ao ano a rede de empreendedores e acompanha também os resultados positivos do setor de limpeza no Brasil.



Técnicas de Vendas de Balcão serão levadas à ACISBEC

Da Redação

Profissionais de vendas que tragam bons resultados no setor varejista são joias fundamentais no mercado. Para oferecer ferramentas que aumentem a capacidade e produtividade deste público, a Associação Comercial e Industrial de São Bernardo do Campo (ACISBEC) realiza o curso Vendas de Balcão – Vendendo em qualquer época do ano. O evento ocorrerá em 22 de junho, das 18h às 22h, e será ministrado pelo executivo comercial, Marcelo Alciati, que possui amplo conhecimento em vendas e marketing. A ACISBEC fica na Rua do Imperador, 14, Bairro Nova Petrópolis. 

Arte: Divulgação 

O evento é dirigido a vendedores de balcão, gerentes e empresários e tem o objetivo de capacitar profissionais do comércio varejista com as principais técnicas e práticas de atendimento e vendas. Além disso, oferecer aos participantes, ferramentas para aumentar sua capacidade e produtividade profissional, além de e proporcionar aos clientes uma boa experiência de compra. 

Informações e inscrições podem ser feitas pelo portal ou pelo telefone 2132-4802. Para participar, basta fazer uma doação, no dia do evento, de uma peça de roupa ou cobertor, em bom estado, para a Campanha do Agasalho 2017 do Fundo Social de Solidariedade, que conta com o apoio da ACISBEC. A Associação se tornou um ponto de arrecadação para contribuir com a meta da cidade de arrecadar 50 mil peças neste inverno.


sexta-feira, 9 de junho de 2017

A crise politica na visão de economistas

O vazamento da delação premiada do dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, mostra o delator contando ao presidente da República, Michel Temer, que está pagando pelo silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Isso levou a crise política brasileira a um novo patamar e interrompeu a confiança nas reformas, ações necessárias para a volta do crescimento econômico. Agora, com a possível cassação do presidente pelo julgamento que ocorre no TSE (Tribunal do Supremo Eleitoral), traz incertezas aos economistas e investidores. O mercado deseja que quem assumir o poder continue na mesma caminhada. Pela constituição, se ocorrer uma vacância na presidência, as eleições ocorreriam de forma indireta. Abaixo, especialistas analisam o atual cenário e apontam como pode ficar a economia.


“O governo Temer sempre foi visto pelo mercado financeiro nacional e internacional como um governo de transição. Entretanto, a baixa popularidade do chefe de estado era o principal trunfo para o Brasil voltar a decolar. As reformas impopulares, como a da previdência, tendiam a serem aprovadas nas próximas semanas. Com a bomba que caiu sobre Brasília, essa possibilidade está praticamente descartada. Caso ocorra a cassação a bolsa amanhã deve despencar e o dólar subirá pelo menos 2%. O risco/Brasil, que estava sendo retomado, deverá sofrer forte revés. Se houver realmente este processo de mudança, terá mais consequências para o Brasil do que o sofrido pela Dilma”, ressalta Fernando Bergallo, economista e diretor de câmbio da FB Capital.

“Estas e outras incertezas dificultarão ainda mais a recuperação da economia, do nível de atividade. O desemprego ainda continua elevado, e há baixo investimento na ampliação da capacidade de produção das indústrias. Por outro lado, não descartamos a possibilidade de que a decisão do STE seja favorável ao Temer no sentido de continuidade de governo. Neste cenário, então vislumbramos um governo pressionado pela sociedade e as dificuldades atuais permaneceriam. Achamos que a reforma da previdência poderia, por exemplo, ser aprovada com mudança de idade mínima, com as mudanças estruturais ficando para um novo governo em 2019. A crise política permaneceria com reflexo negativo sobre a economia, dólar mais alto, PIB mais baixo, decisões de investimentos postergadas, alto desemprego”, explica Vicente Koki, Analista-chefe da Diamond Mountain Investimentos.

“Qualquer situação que cause imprevisibilidade, acaba afetando o mercado de maneira direta. Até pouco tempo atrás, acreditava que seria apenas um impacto na Dilma e no PT, porém, quando isso também ocorre com o presidente Temer, faz o mercado ter incertezas. Grandes empresas e investidores, não sabem como proceder e para onde os negócios irão se houver uma cassação. É importante que ocorra uma substituição rápida, alguém que traga uma unidade para a política, e que de certo modo os planos possa ser igual ao do Presidente Temer, para que continue caminhando e dando os resultados que aconteciam, assim, tranquilizando o mercado", afirma André Bona, Educador financeiro do Blog de Valor.






Marketing digital: um curso por três especialistas

No próximo dia 20/06 (terça-feira) acontecerá pela primeira vez um evento intensivo sobre marketing digital no ABC Paulista. Serão 8 horas de conteúdo sobre Facebook, Instagram, Design e Conteúdo para redes sociais, além de oportunidade de networking com os principais empreendedores da região.


Em formato de curso, o evento será comandado por Liliam Leal, Heloísa Zambianco e Ana Flávia Farias Faustino (foto) e é destinado para Empreendedores, Palestrantes, Coaches, Consultores, Blogueiros, Info-produtores, Estudantes de Marketing, Publicidade ou Jornalismo.

De acordo Ana Flávia, proprietária da agência Laço Criativo e palestrante do evento “Ainda é muito comum as pessoas buscarem cursos de formação sobre Redes Sociais fora do ABC, muitos profissionais acabam indo para a Avenida Paulista, por exemplo, justamente por não saber que existem formações de alta qualidade aqui. Através desta metodologia, mais de 500 empreendedores já tiveram grandes resultados nas redes sociais.”

O curso conta o apoio do caderno Negócios em Movimento da revista Dia Melhor e da Redemidia.TV, operadora de tv indoor do ABC.

Para adquirir um ingresso é só acessar: http://www.liliamleal.com.br/faceinsta/

Serviço:
Data: 20/06 (terça-feira)
Horário: Das 9h às 18h
Local: Espaço Cerâmica – São Caetano do Sul
Valor: a partir de R$249,00



quinta-feira, 8 de junho de 2017

Disrupção: as apostas que criam um novo mercado de consumidores

As empresas podem criar inovações radicais, na forma como pagam salários, quando entregam os trabalhos aos clientes e dão novas soluções a produtos conhecidos, gerando valiosos insights que aliam marketing, estratégia, liderança e motivação. Fazer novas perguntas, além de esperar novas respostas, pode ser uma importante ação no momento de revolucionar.



Dentro do conceito de Disruption (“Disrupção” – termo que não existe em português, mas foi adaptado), que inclui mudanças bruscas no mundo empresarial, na forma como produtos e serviços são consumidos, Kip Garland (foto) , especialista em tecnologia e sócio da Dex Advisors, fala de inovação como principal diferencial competitivo.

“Não basta ter um produto melhor, com clientes melhores, com mais tecnologia, para dizer que você está inovando”, afirma. Isso pode ser melhor entendido com um exemplo bastante conhecido no mundo corporativo. “No mercado das copiadoras, a Xerox tinha o produto líder de vendas. Comercializava para grandes clientes, obtendo boas margens de lucro. A Canon percebeu que poderia fabricar um produto que atendesse à necessidade das pequenas e médias empresas. Assim, mesmo com uma copiadora tecnologicamente inferior, que produzia um número menor de cópias por minuto, conquistou um imenso mercado com seu produto ‘menos moderno’ e mais barato”, explica.    

Segundo ele, o processo de inovação é a capacidade de combinar escassez de recursos e tempo com o foco nos objetivos de curto prazo. Se não é produzida nenhuma ideia breakthrough (de avanço, ruptura), a credibilidade pode ser ameaçada. 

“Para sustentar os investimentos realizados em inovação, é necessário continuar fortalecendo a capacidade dos profissionais. O desenvolvimento da capacidade organizacional em inovação é uma das principais tarefas para preservar o sucesso futuro de uma empresa. Em muitos processos de inovação, as ideias se tornam repetitivas e as inovações não se materializam”, afirma ele.

Aplicativos como Uber e AirBnb são apontados como disruptivos, eles remodelaram o mercado. Se na era ‘analógica’, as inovações disruptivas levavam anos ou até décadas para se consolidar, o desenvolvimento da internet foi um terreno fértil para reviravoltas. A Netflix, é claro, surfa nessa onda também.

Quando o Youtube foi lançado, os estúdios davam risada. Quem iria querer assistir um vídeo de má qualidade, feito em casa? “Os grandes estúdios não estavam preparados para responder a isso”, explica.

“Job to be done” – Qual é o progresso que o consumidor busca? Nunca o produto é o benefício em si, mas o que ele faz. A maior parte das empresas se concentra nos produtos. “Quando compro uma caneta, não quero simplesmente escrever, mas sim, comunicar”, diz. Por isso, a empresa deve se aprofundar muito no que o cliente quer, em qual avanço ele busca, e não no produto em si. Para quem trabalha com fast-food, por exemplo, não adianta ficar olhando a tela de pedidos para gerenciar a compra dos ingredientes. “Neste caso, o job to be done é fazer uma gestão do cashflow e, para isso, é preciso ter uma pessoa focada na previsão no número de cliente”, analisa.

Kip Garland

Kip Garland trabalhou em startups no Vale do Silício e foi diretor da Strategos, empresa americana de consultoria em inovação estratégica fundada pelo guru Gary Hamel. Também é fundador da primeira consultora de inovação no brasil – a InnovationSEED.  Ele é formado em Física e tornou-se um renomado consultor global de inovação. 

Kip liderou projetos de inovação nas Américas do Norte e do Sul, na Europa, na Ásia e no Oriente Médio. Seu trabalho é focado na criação de abordagens e estruturas que auxiliem empresas a pensar e agir diferente para atingir melhores resultados com esforços baseados em inovação.

Além de físico pela Califórnia State University, tem mestrado em Estratégia Internacional em Administração de Empresas pela Stockholm School of Economics (Suécia), ESADE (Espanha), FGV (Brasil) e Universidade de Minnesota (EUA).




Clube Aramaçan promove negócios entre associados

Com a finalidade de promover o relacionamento e geração de negócios entre associados empresários ou tomadores de decisão, o Clube Atlético Aramaçan, com sede em Santo André, acaba de lançar o Projeto Entre Sócios – conectando sócios e gerando negócios.

Mazzi apresenta o projeto aos associados. 

De acordo com o diretor social Marcelo Mazzi, entre o universo de mais de 22 mil associados existem muitos fornecedores de produtos e serviços que deixam de fazer negócios por falta de divulgação de sua marca.

“Somente no Facebook, criado para início de atividades e experimentos do Entre Sócios do Aramaçan, há mais de 600 empresas cadastradas. Queremos que este grupo de relacionamento empresarial também seja expandido para além de nossas paredes, apoiando sempre a cultura de priorizar a escolha de fornecedores associados ao nosso clube”, explica Mazzi.

Para ajudar nesse processo, foi desenvolvido um portal corporativo, cuja moderna plataforma permitirá essa total integração entre os associados e em um segundo momento, será aberto também para participação do público externo.

O portal permitirá à empresa no momento do cadastro registrar vários dados, como contato, endereço, segmento de atuação, palavra chave para busca, site e mídias sociais. “Pretendemos em curto prazo, promover várias ações voltadas ao fortalecimento do relacionamento e também geração de negócios. Entre essas ações estão promoções e eventos exclusivos como rodadas de negócios, workshop e feiras. Em apenas uma semana, já temos mais de 50 empresas cadastradas em nosso portal”, reforça o diretor Marcelo Mazzi.





quarta-feira, 7 de junho de 2017

Mercado de coaching cresce mais de 300%

Da redação

No Brasil, segundo a International Coach Federation (ICF), o mercado de coaching cresceu mais de 300% nos últimos quatro anos. De acordo com a mesma instituição, o número de coaches brasileiros saltou de 7 mil em 2012 para 25 mil em 2015 – o que representa um crescimento de mais de 30% em apenas três anos.

Os coaches atuam em diversas áreas | Fonte: Shutterstock
Apesar da rápida expansão no País, a profissão de coach continua sem regulamentação. Por isso, é necessário ter cautela ao contratar um desses profissionais. Quem acerta na escolha do coach, porém, consegue obter melhores resultados ao abrir um novo negócio.

Ainda em ascensão no Brasil, esse mercado movimenta US$ 3 bilhões ao ano nos Estados Unidos. A grande maioria das empresas (93%) já aderiu ao serviço de coaching, segundo a Association of Executive Search and Leadership Consultants (AESC).

O coach atua de forma similar a um treinador esportivo, daí a origem do nome (treinador ou instrutor, em inglês). Ele atua para desenvolver as habilidades necessárias e oferece todo o auxílio no desenvolvimento do planejamento estratégico e modelo de negócio e, assim, otimiza o tempo e os custos, o que aumenta as chances de sucesso para o empreendedor.

Com a expansão do coaching nos últimos anos, quem sente que precisa de orientação pode encontrar auxílio para diversos ramos de atividades, veja abaixo. 

Negócios online

O mercado de negócios pela internet é uma área altamente promissora e que vem crescendo de forma significativa no Brasil e no mundo. Uma pesquisa nacional do Sebrae mostrou que 90% das vendas na internet são feitas por micro e pequenas empresas que atuam exclusivamente online – número que mostra a força econômica do setor. O especialista em negócios online Bruno Pinheiro é exemplo disto: sua empresa fatura cerca de R$ 3,5 mi e o objetivo é crescer 80% neste ano.

Para Pinheiro, o "trunfo" para esse modelo de negócio consiste em "vender conhecimento". "A 'matéria-prima' para a produção de cursos, aulas ou e-books está no próprio infoprodutor. Se você tem algo a ensinar, por exemplo, aposte que há pessoas que querem aprender", explica.

Varejo e e-commerce

As vendas do comércio eletrônico no Brasil representam cerca de 3% do total faturado pelo varejo de bens de consumo, de acordo com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo. Os lojistas que ainda não se adaptaram a nova realidade precisam correr contra o tempo e evitar falhas que causam prejuízos.

"E-commerce é varejo, é venda, é comércio. Isso não é novidade para quem vem do varejo físico, mas muitos empreendedores entram no mercado de e-commerce sem ter experiência em varejo, e precisam aprender a ser comerciantes", comenta Bruno de Oliveira, que é coach em e-commerce.

Com base em sua expertise, ele criou a plataforma Ecommerce na Prática, espaço no qual auxilia outros empreendedores e também oferece cursos e mentoria.

Coaching em nutrição

O coaching em emagrecimento é outro segmento que está em plena expansão no Brasil, e já existem os "coaches" dos coaches- ou seja, profissionais que orientam e dão suporte a outros profissionais da área de nutrição que desejam tornar-se coaches em emagrecimento.

De acordo com o Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), 100 mil profissionais de nutrição atuam no Brasil. Apesar de o interesse crescente dos brasileiros em ter uma vida saudável e um corpo esbelto, a competição no mercado exige algo a mais nos consultórios de nutricionistas e nutrólogos.

A nutricionista Gladia Bernardi é um desses mentores dos coaches, e desenvolveu o método "Emagrecimento Consciente", baseado na neurociência e na programação neurolinguística.

Envolvida há 16 anos com atendimento de clientes obesos, Gladia defende que o maior culpado pela volta do ganho de peso do cliente é o próprio profissional que o atende.

"Um cardápio selecionado e personalizado não garante que o cliente siga em tratamento e tenha resultados expressivos", diz especialista. "É necessário, de fato, trabalhar na raiz do problema, que é a mente". 

Coworking

O coworking é um tipo de negócio que vem despertando o interesse de muitos empreendedores no Brasil e no mundo, mas está enganado quem acha que, para montar um deles, basta disponibilizar cadeiras, mesas e internet em um "imóvel qualquer". O coworking é um negócio como qualquer outro, que precisa de gestão especializada.

Em comparação ao ano anterior, 2016, período marcado pela recessão econômica, apresentou o crescimento de 54% das posições de trabalho em coworking. Segundo essa pesquisa, realizada pelo Movebla e Ekonomio, em parceria com a Coworking Brasil, o número de salas de reunião aumentou 147%. No mesmo período, salas privativas cresceram 588%.

"O investidor precisa ter sensibilidade para escolher o lugar, a decoração e os serviços que serão agregados ao espaço, como segurança, limpeza, telefonia e alimentação", diz Bruna Lofego, que é criadora do método "Como montar um coworking de sucesso", CEO e fundadora da CWK Coworking. Com a experiência adquirida, Bruna atua como coach de quem quer investir no ramo.

Existem poucos cursos de coaching credenciados no Brasil. Quem pensa em entrar nesse mercado precisa, em primeiro lugar, conhecer a área de atuação e, depois, investir tempo e dinheiro em um curso de formação - com aproximadamente 200 horas.




terça-feira, 6 de junho de 2017

Nova unidade do Hospital São Luiz de São Caetano terá a Sterna Café

Da Redação 

A nova unidade do Hospital e Maternidade São Luiz de São Caetano do Sul entrará em funcionamento em 14 de junho. O hospital da Rede D’Or São Luiz será no Espaço Cerâmica e contará com a rede de franquias de cafés especiais, o Sterna Café. É a segunda unidade da cafeteria dentro de um hospital, a primeira está no Hospital Infantil do Sabará, em São Paulo.

O Sterna Café tem diferentes métodos de extração (Clever, Hario, French Press, Espresso, etc.) e é associada à ABF – Associação Brasileira de Franchinsing. Além do seu café exclusivo, uma vez ao mês oferece aos seus clientes a oportunidade de apreciar cafés de outros países (África do Sul, Costa Rica, Etiópia, etc). 
Hospital começa a funcionar em 14 de junho, com unidade da Sterna Café | Foto: Reprodução

“O hospital terá uma estrutura moderna e de qualidade para a população. O nosso intuito de ter uma unidade do Sterna Café aqui, é o de trazer um café de alto padrão e um serviço diferenciado para os pacientes e acompanhantes da Rede D’Or São Luiz”, explica Deiverson Migliatti, fundador da rede de cafeterias.

Além de bebidas, quentes e frias feita à base de café, os clientes também podem saborear mais de 30 opções de refeições entre massas, saladas, sanduíches e sobremesas. A preocupação não está apenas com o cardápio, mas também com a presença da marca no espaço, mobiliários e serviços diferenciados que serão implantados a curto prazo. 

Um dos serviços é um aplicativo chamado de ‘Hand Food’, disponível na App Store e Play Store. Por meio dele, o cliente acessa o cardápio digital, e para finalizar, basta escanear o QR code nas portas dos leitos e o pedido aparecerá para os atendentes da loja. O pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartão.

Outro diferencial é a parceria com Todo Cartões. O cliente pode presentear alguém especial com cartão presente e, ao chegar em uma das franquias, basta se identificar com o número do cartão. Além disso, o cliente tem a comodidade de recarregar o cartão presente online, inclusive pelo celular e a cada recarga realizada é gerado um bônus sobre o próprio valor recarregado. “Pensamos em tudo o que promove um ambiente confortável e acolhedor para o cliente”, finaliza Migliatti.



segunda-feira, 5 de junho de 2017

Prefeitura e Sebrae firmam parceria e trazem projeto para São Caetano do Sul

Da Redação

Para auxiliar os microempreendedores individuais (MEIs) e as micro e pequenas empresas de São Caetano do Sul, a Prefeitura e o Sebrae assinaram uma parceria para instalar na cidade um posto do projeto “Sebrae Aqui”. A unidade vai funcionar, a partir do segundo semestre, nas dependências do Atende Fácil.

Encontrou que firmou o compromisso ocorreu na última quinta-feira (1°) | Foto: Divulgação/PMSCS
O termo de compromisso foi firmado na última quinta-feira (1º) e contou com as presenças do prefeito José Auricchio Júnior, do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Relações do Trabalho (Sedert), Silvio Minciotti, e do gerente regional do Sebrae no Grande ABC, Arthur Eugênio Furtado Achoa.

Segundo Minciotti, o posto é um apoio extremamente importante para os empreendedores da cidade. “Queremos qualificar ainda mais esse público e, assim, gerar mais emprego e renda para São Caetano, além de incentivar o surgimento de novas empresas”, afirma.

“Os pequenos negócios são essenciais para o Brasil. Então, ao vir para a cidade, queremos auxiliar na gestão das micro e pequenas empresas, atuar em suas dificuldades. Temos estudos comprovando que, onde houve essa parceria, foi reduzido o fechamento desses negócios”, explica o gerente do escritório regional do Sebrae no Grande ABC, Arthur Eugênio Furtado Achoa.

O “Sebrae Aqui” oferecerá capacitação aos empresários, consultorias tributária e de marketing, entre outras, além de disponibilizar financiamentos a baixíssimo custo. O objetivo é estar mais próximo e acessível do empreendedor, possibilitando ampliar sua competividade e fomentando a economia.






Em São Bernardo, vendas devem crescer no Dia dos Namorados

Da Redação

A semana que antecede o Dia dos Namorados (12) deve aquecer as vendas do comércio em São Bernardo do Campo. A Associação Comercial e Industrial de São Bernardo do Campo (ACISBEC) estima um crescimento de 8% em relação à data do ano passado. A previsão de queda da temperatura e o fato de ser início do mês, quando o consumidor já recebeu o salário, são condições favoráveis às compras.  

“Apesar das incertezas nos cenários econômico e político, o Brasil deve caminhar. Além disso, mesmo que tenha que desembolsar menos, o consumidor não deixa de lembrar a data, que tem um apelo comercial mais romântico”, explica Valter Moura Júnior, vice-presidente da ACISBEC.

Segundo Valter Júnior, roupas, perfumes, acessórios e smartphones devem liderar a preferência dos consumidores levando melhores resultados aos segmentos de confecção, perfumaria e tecnologia. Já a escolha pelos locais segue na sequência pelos shoppings, com mais atrativos e variação de serviços disponibilizados em um único espaço, além de sensação de segurança e conforto. O comércio de rua também oferece grande procura por produtos mais em conta. Já a internet, em terceiro lugar, tem sido uma opção em constante crescimento.

“Nestas ocasiões, o consumidor está disposto a gastar e, portanto, o comerciante deve aproveitar para atrair e fidelizar o cliente e não perder para o concorrente. Ele pode adotar várias ações, desde uma vitrine incrementada ao investimento na internet, promoções personalizadas e parcerias”, acrescenta o dirigente.